História de Projetos (Tendências de 2018 para o Futuro)

Metodologia e Modelos Híbridos


História de Projetos

Já se foram os dias de metodologias únicas. A metodologia tradicional de cascata (do inglês waterfall) está sendo adaptada e ajustada adicionando outras metodologias e até mesmo processos como o Agile para ajudar no gerenciamento de projetos. Essas metodologias híbridas são parcialmente devidas à aplicação mais ampla em nosso setor de Agile, como uma forma de gerenciar partes de projetos maiores que não foram previamente em sua análise. Portanto, há mais necessidade de um gerente de projeto híbrido, alguém que não seja apenas especialista em uma metodologia tradicional, mas que tenha conhecimento em várias e competente na determinação do melhor método para o projeto em questão. Cada projeto é único e cada projeto tem suas especificidades. Copiar um modelo de projeto de outra empresa pode ser a sentença do fracasso e uma consequente frustração embora para a outra empresa a mesma metodologia tenha sido seu sucesso. É preciso buscar padrões sim, adotar modelos e ferramentas que ajudam a realizar seus objetivos, mas é fundamental entender o que serve e o que não serve para cada projeto. O gestor de projetos deve entender as ferramentas e recursos e saber selecionar seus modelos. É o projeto quem vai determinar essas exigências.


Aplicativo Mobile

Os dispositivos mobile, com seus aplicativos de gestão de projetos, também ganharão ainda mais espaço, tornando-se simplesmente indispensáveis para o bom andamento dos processos nos próximos anos. O uso de ferramentas gráficas para pensamento criativo em grupos de trabalho, com aplicativos simples e intuitivos, como por exemplo, Design Thinking e Canvas (Business Model Canvas, Project Canvas Official App, etc.), se tornará cada vez mais popular, será possível compartilhar informações, realizar análises e prever resultados em campo em apenas poucos segundos, sem a necessidade de deslocamento até um escritório central.

Além disso, a integração entre os times de projetos também fica enormemente facilitada, já que bastarão alguns cliques para trocar informações sobre os trabalhos ou até mesmo fazer uma reunião de kickoff com diversas pessoas espalhadas geograficamente.


Gerenciamento Remoto

A economia compartilhada mostrou que mais empresas estão adotando o uso de equipes distribuídas. Mais trabalhadores também estão buscando a flexibilidade de regular suas próprias horas e não serem acorrentados a uma mesa ou escritório. Essa tendência só continuará, uma vez que acompanha a tendência colaborativa que levou a indústria ao longo dos últimos anos. As organizações investirão em tecnologias de integração profunda que promovam a comunicação em uma ampla variedade de plataformas. Equipes remotas podem ser mais baratas e mais produtivas quando gerenciadas de forma eficaz com as ferramentas certas.

A distância não será mais problema para o desenvolvimento de projetos complexos. Especialmente com o auxílio do cloud computing, os projetos remotos passarão a ser mais frequentes, já que será possível integrar diversas pessoas a uma ferramenta de trabalho colaborativo sem maiores complicações.

Por meio de softwares de gestão de projetos, a criação de estruturas compartilhadas, de dashboards de controle, de relatórios analíticos e o acesso a uma série de outras ferramentas de auxílio à integração dos esforços e ao acompanhamento contínuo dos projetos é facilitada, quebrando barreiras geográficas. Com isso, será possível reunir equipes de alta performance com know-how mais que suficiente para potencializar os resultados dos projetos, garantindo o tão esperado sucesso.


Gestão de Risco

Como o ambiente relacionado à gestão de projetos está cada dia mais complexo, os próprios processos também estão à mercê de mais e mais riscos, colocando os gerentes de projetos em constante alerta.

Nesse sentido, uma das tendências é que a gestão de riscos passe a ser o foco central dos gerentes de projetos, visando mitigar tudo o que possa impactar negativamente o sucesso de uma iniciativa. E vale a pena ressaltar que esses riscos não são apenas técnicos, mas também financeiros, econômicos, de gestão, monitoramento e controle.

Certificações de Gerenciamento de Risco já são comuns de diversas instituições, e cada vez ficará mais difícil se certificar nesse universo que se modifica de tempos em tempos.



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